PAM GRIER
Atriz, cantora, escritora, símbolo sexual, formada em Letras e Ciências, carpinteira por hobby, filantropa, deusa do Blaxploitation, ativista de causas sociais, mulher forte & heroína nas telas & na vida real...tudo isto e muito mais é nossa musa... Pam Grier.
Nascida Pamela Suzette Grier em maio de 1949 na Carolina do Norte, EUA. De família simples, seu pai era mecânico da Força aérea e sua mãe enfermeira, Pamela gostava muito de estudar e queria ser médica.
Trabalhando em dois empregos para ajudar nos estudos, ela decidiu entrar em um concurso de beleza no Colorado, de olho em um razoável prêmio em dinheiro.
Sua beleza incomum: negra, grandes seios, rosto exótico com olhos negros amendoados (sua família é uma mistura de negros, índios Cherokee e chineses!) chamaram a atenção de um dos jurados, que era agente de uma dupla de atores hollywoodianos. Ele sugeriu que ela se mudasse para Los Angeles e se juntasse, ao então crescente movimento de atores negros. A princípio ela recusou a proposta, preocupada com a reação de sua família, mas o esforçado agente procurou sua mãe e fez garantias sobre sua segurança e estudos. Ela mudou-se para Los Angeles em 1967, onde foi inicialmente contratada como recepcionista / telefonista na American International Pictures. Mesmo apavorada com a mudança para uma cidade grande, ela passou a frequentar a aclamada UCLA, mas a princípio interessando-se mais pela parte técnica por detrás das câmeras. “Quando eu via as pessoas nos filmes, eu pensava Meu Deus, estas não são as pessoas que eu encontro na lanchonete, não são as pessoas que eu vejo na vida real! Aonde eles encontram esta gente?”
(Entrevista a Catherine Carson para a revista Femme Fatales).
Depois de uma ponta na comédia/ sexploitation clássica "Beyond the Valley of the Dolls" (De Volta ao Vale das Bonecas, 1970) de Russ Meyer...
... Pamela deu um salto, aos 21 anos, para trabalhar com Roger Corman em seu primeiro papel importante e com falas. "Eu disse: 'Roger, estou largando três empregos e quero entrar para uma escola de cinema, e você quer me contratar? Eu não sei nada sobre atuação. Não quero largar esses empregos e ser demitida por você.' Mas, de certa forma, ele me incentivou a aprender tudo o que eu pudesse. A primeira pessoa que acreditou em mim, me deu uma chance e se transformou em meu mentor foi Roger Corman"
(Em seu livro de memórias "Foxy: My Life in Three Acts")
Para a New World Pictures de Corman, Pam Grier fez 3 filmes W.I.P.(mulheres na prisão) filmados nas Filipinas : “ Big Doll House” (As Condenadas da Prisão do Inferno, USA/FIL 1971) de Jak Hill, onde viveu a prostituta lésbica Grear...
"Women in Cages" (USA/FIL 1971) de Gerardo de Leon, vivendo a sádica guarda Alabama...
https://ok.ru/video/3132462140109
... e “The Big Bird Cage”(USA/FIL, 1972) de Jack Hill, onde foi Blossom, a rebelde e destemida namorada de Django (Sid Haig, seu mais frequente companheiro nas telas, e amigo pessoal), um líder guerrilheiro radical ...
Ainda nas Filipinas, Pam Grier participou da ficção científica de terror “ The Twilight People” (A Revolta dos Monstros, FIL 1972) de Eddie Romero...
Nessa versão barata e exploitation de "A Ilha do Dr. Moreau", Pam vive a perigosa e sexy Aysesa- 'A Mulher-Pantera', um papel perfeito para ela , apesar da maquiagem muito pobre: nariz, bigodes & dentes “felinos” (de plástico) e mãos peludas e com garras...
https://museucoffinsouza.blogspot.com/2026/09/filipinas-iii-exploitation-horror.html
Nas Filipinas, ela acabou contraindo uma doença tropical mortal e quase morreu. Ela perdeu o cabelo e ficou temporariamente cega por quase um mês . Levou quase um ano para se recuperar.
Um ano depois de sua boa experiência com Corman, Pam assinou um contrato com a AIP de Sam Arkoff e estrelou “Coffy” ( Coffy: Em Busca da Vingança, USA 1973) de Jack Hill, um filme de ação, sobre uma enfermeira que finge ser uma prostituta...
... para vingar sua irmã, que foi envenenada por heroína contaminada. Ela elimina traficantes, viciados, policiais corruptos, e outros criminosos envolvidos com o tráfico.
https://ok.ru/video/662837856799
Sua personagem foi anunciada no trailer como 'o esquadrão da morte de uma mulher só mais durão que já chegou à cidade!' . O filme rendeu rapidamente três vezes o seu orçamento, e catapultou Pam Grier como uma nova estrela, ao trono de “Diva do Drive-in”, e uma das pioneiras deusas do gênero mais tarde batizado de “Blaxploitation” - sendo considerada a primeira mulher afro-americana a protagonizar um filme de ação, já que os protagonistas dos filmes de Blaxploitation anteriores eram homens.
"Enquanto promovia "Coffy", Grier conheceu o ator Freddie Prinze e eles começaram a namorar. Os dois chegaram a cogitar um casamento, mas ela tinha receio quanto ao histórico dele de depressão e uso de drogas.
Em 1977, uma certa noite, Grier ligou para Prinze que, desesperado, falou que estava sem dinheiro, tinha perdido a casa, não tinha mais amigos e que sua carreira havia acabado. Prinze falou que estava sem comer ou dormir e que tinha uma arma com ele. Grier disse que arrumaria o dinheiro, que isso não era problema - apesar do seu medo de que fosse tudo para drogas. Ela queria correr até lá, mas sentia que não devia. Havia ali um perigo com o qual ela não sabia lidar. No dia seguinte, Grier foi informada que Prinze havia sucumbido à depressão e se matou."
(colaboração de Zé Kowalski)
Ela viveu Lisa Fortier, uma poderosa feiticeira vodu, na continuação de um dos mais conhecidos filmes do gênero “Scream, Blacula Scream”( Os Gritos de Blácula, USA 1973) de Bob Kelljan...
... sequência de “Blacula” (Blácula- O Vampiro Negro, 1972) de William Crain, com William Marshall como o príncipe negro vampiro Manuwalde...
Logo Pam pularia para vários papéis agressivos, normalmente destinados a atores masculinos. Em “Black Mama, White Mama” (Marcadas Pelo Sexo e Violência”, USA/FIL 1974) de Eddie Romero, outro violento drama carcerário feminino rodado nas Filipinas , ela vive uma prostituta, que se une a uma garota branca fugitiva e revolucionária (Margaret Markov), para escapar da prisão.
Outro grande sucesso de bilheteria da época seria a comédia de ação “Foxy Brown” (USA 1974) de Jack Hill...
... onde ela vivia a personagem título, uma linda mulher, que finge trabalhar como prostituta de luxo para caçar os bandidos que mataram seu namorado (um policial infiltrado em uma operação), transformando-se em uma super-assassina, que esconde sua arma em seu cabelo "Afro"! BAAADSSSS!!
Ao seu lado, figuras Cult como Sid Haig (novamente) e Antonio Fargas.
https://ok.ru/video/9103131544154
“Eu fiz estes papéis porque eles apresentavam mulheres em posições de poder. Acho que fui uma imagem boa, positiva para as mulheres negras, mas estes filmes se tornaram redundantes e eu não gosto de redundância”
(Falando sobre Blaxploitation na revista Femme Fatales)
Longe das ruas de metrópoles e armas de fogo estava o seu personagem em “The Arena”( Naked Warriors /La Rivolta delle Gladiatrici , USA/IT. 1974) de Steve Carver. Uma espécie de “Spartacus-de saias”, na Bretanha em 44 A.C., durante o reinado do império romano.
Grier faz a guerreira Manawi da Nubia, novamente dividindo o estrelato com a loirinha Margaret Markov!
https://www.youtube.com/watch?v=bxH1y8K9nEQ
Um “Peplum” feminino, co-produzido pela New World Pictures, de Roger Corman na Itália, com direção de fotografia e direção de segunda unidade, de Joe D’Amato (Aristide Massaccesi) conhecido futuramente como diretor prolífico de filmes de horror-gore e pornôs hard-core.
Voltando ao seus personagens policiais contemporâneos , Pam fez também para a A.I.P. "Sheba, Baby" (USA 1985) de William Girdler...
...sobre a detetive particular de Chicago Sheba Shayne, que retorna a sua cidadezinha do interior para ajudar seu pai a brigar contra gangsters...
https://www.youtube.com/watch?v=dzI2v2pu0BU
....e "Friday Foster" (USA 1975) de Arthur Marks...
...agora vivendo uma fotógrafa que testemunha um atentado e se vê em meio a uma perigosa conspiração racista que visa eliminar líderes negros...ou seja, variações dos seus personagens Coffy & Foxy...
https://www.youtube.com/watch?v=nID-iTCgFkg
Apesar da fama e cachês altos, Pam Grier não mudou seu jeito de ser e passou a fazer trabalhos voluntários com mulheres negras pobres e gangs de ruas e sempre recusou a vida de estrela:
“Feijão e arroz é que faz você crescer, não um carro de luxo ou um endereço sofisticado. Eu corto minha própria grama, lavo minha caminhonete e economizo uns U$ 15 no processo.”
( entrevista para Thomas Johnson, revista OUTRÉ)
Em 1977, ela fez um papel na aventura-biográfica "Greased Lightining", com o comediante Richard Pryor com quem Grier iniciou um relacionamento íntimo bem peculiar e tumultuado.
"Ela o ajudou em várias questões, sendo uma delas, inclusive, a alfabetização: em uma viagem a Barbados, Pryor confessou que, devido a pouca educação, ele não conseguia ler fluentemente. Grier então o ajudou a ler "Moby Dick", "Guerra e Paz" e outros clássicos - é isso mesmo, ela o ensinou a ler.
Enquanto filmava "Loucos de Dar Nó" (Stir Crazy, USA 1980), Pryor usava tanta cocaína e bebia tanto, que o diretor Sidney Poitier ligou para Grier pedindo ajuda, dizendo que Pryor estava descontrolado, a equipe estava irritada e todos tinham medo de perder seus empregos, já que a produção estava 10 semanas atrasada por causa dele e o estúdio queria engavetar de vez as filmagens. Ao chegar no set, Grier viu Pryor usar uma quantidade monstruosa de cocaína. Os dois conversaram e ele disse que tentaria parar, pois não queria desapontá-la. Isso, claro, não aconteceu, e o comediante entrou em uma espiral de auto destruição.
Um dia, Grier recebeu a ligação do jogador/ator Jim Brown dizendo que ela deveria ir até ele, pois Pryor poderia não sobreviver àquela noite. Ela recusou, justificando que Pryor a desrespeitou demais. E o próprio Pryor dizia que se você desrespeita alguém e essa pessoa continua ao seu lado, então essa pessoa não tem autoestima e a gente pode fazer o que quiser com ela - como mentir ou roubar. E Grier ainda disse que, se ele quisesse ajuda, Pryor teria que sair da cama sozinho e caminhar sozinho.
Anos mais tarde, quando Pryor tentava voltar a trabalhar, Eddie Murphy organizou um evento beneficente, e convidou Grier, que atendeu ao convite. Ela entrou no local, o cumprimentou e foi embora. Apesar de tudo, ela sempre se posicionou a favor do comediante, apoiando-o em sua arte."
(colaboração de Zé Kowalski)
Com o declínio do ciclo de cinema “Black”, Pam faz algumas inevitáveis participações em séries de TV como: “O Barco do Amor”, ”Miami Vice” e “Raízes - As Novas Gerações”, até ser escalada para o papel de Charlotte, uma prostituta viciada e assassina no drama policial “Fort Apache, The Bronx” ( Inferno no Bronx, USA 1981) de Daniel Petrie com o astro Paul Newman.
Ela passou três semanas se preparando para o papel, conhecendo pontos de comércio de drogas e entrevistando prostitutas de rua para saber como elas se protegiam.
“A lâmina afiada que Charlotte usa para cortar a jugular de um inimigo foi ideia minha...”
(Outré)
https://www.youtube.com/watch?v=_dkU3SuMZOA
Sua forte performance no papel literalmente 'roubou' o filme, e renovou sua carreira. Enfrentando novos desafios, ela estreou em uma peça de teatro da Broadway, “Fool For Love” de Sam Shepard e acabou recebendo o prêmio Image Award de melhor atriz do ano de 1985. Ela foi também, uma bruxa ameaçadora no terror da Disney “Something Wicked This Way Comes” ( No Templo das Tentações, USA 1983) de Jack Clayton, baseado em um livro (e com roteiro) de Ray Bradbury...
Pam foi Hunter, uma feroz assassina de elite, em “The Vindicator” (Roboman, CAN 1986) de Jean-Claude Lord, um filme barato de ação, terror e ficção científica, e que inspirou o “Robocop” (1987 ) de Paul Verhoven !
https://www.youtube.com/watch?v=s3g2vIpbltA
Pam foi a parceira do 'canastrão-fodão' Steven Seagal em sua estreia no cinema em “Above the Law” (Nico, Acima da Lei, USA 1988) de Andrew Davis...
.... vivendo a policial “Jacks” Jackson Delores, nitidamente calcada em suas mulheres fortes dos anos 70.
Nesta época, Pam Grier lutou bravamente contra um inimigo muito real, um câncer cervical, em estágio avançado. Os médicos disseram que ela tinha menos de 18 meses de vida. Após um longo tratamento quimioterápico, Pam venceu mais um vilão!!!!!
Em 1990 ela voltou como a perigosa & durona professora ciborgue Ms. Connors, em “Class of 1999” (A Guerra dos Donos do Amanhã, USA 1990) de Mark Lester...
https://www.youtube.com/watch?v=howQTwfJx2g
... e participou da comédia de ficção “Bill & Ted Bogus Journey” (Biil e Ted, Dois Loucos no Tempo, USA 1991) de Peter Hewitt com um então adolescente Keanu Reeves.
Grier fez uma memorável participação em “Posse” (Posse- A Vingança de Jessie Lee, USA 1993) de Mario Van Peebles, um western sobre um grupo de soldados negros que em 1892 foge de um coronel tirânico e racista.
Uma inteligente retomada do gênero Blaxploitation, com a participação de Paul Bartel, Isaac Hayes e Melvin Van Peebles (pai do ator/diretor e considerado o precursor do gênero como seu “Sweet Sweetback’s Baadassss Song” de 1971).
John Carpenter escreveu um papel especial para ela na continuação de seu sucesso “Fuga de Nova York” (1981). Para ajudar o herói/bandido Snake Plissken (Kurt Russell) contra uma multidão de marginais e guerrilheiros em “Escape From L.A.” (Fuga de Los Angeles, USA 1996), aparece a sensual e perigosa Hershe Las Palmas (Pam), que na verdade é um transexual que se chamava 'Carcajake Malone', antigo parceiro de Snake!!!
Na comédia de ficção científica “Mars Attacks!” (Marte Ataca! ,USA 1996) de Tim Burton, Pam faz uma participação como Louise Williams, mãe corajosa, e esposa de Byron Williams, vivido por seu antigo parceiro em aventuras blaxploitation dos anos 70, o atleta e ator Jim Brown.
Pam Grier conta a história emocionante de como conseguiu o papel em "Marte Ataca!" : "Eu conhecia a história em quadrinhos e Tim Burton me ligou para fazer um teste, mas um dos meus cachorros estava morrendo de câncer, então eu não estava em condições de fazer o teste para aquele papel. Então eu disse: 'Não posso', e recusei o convite de Tim Burton. Mas eles esperaram. Filmaram sem mim até que eu estivesse pronta para dizer: 'Ok, ele faleceu. Ele me deixou ir.' E Tim e eu somos grandes amigos desde então... porque eu disse não..."
(IMDB)
Pam Grier conheceu Quentin Tarantino por intermédio de um amigo, enquanto dirigia por Los Angeles. O diretor havia acabado de ganhar a Palma de Ouro em Cannes e era o cineasta mais visado naquele momento. Nessa conversa, Tarantino disse que estava escrevendo um papel para ela e que enviaria o roteiro assim que terminasse. Grier concordou com certo desdém, como quem já ouviu muitas promessas do tipo. Seis meses depois o roteiro foi entregue na sua casa. Ao recebê-lo, Grier caiu em lágrimas. Ela afirma que nunca alguém havia olhado para ela com tanto carinho, já que o diretor havia destrinchado todos seus personagens de todos os seus filmes...
Foi o maior tributo prestado a Pam Grier, suas personagens e ao Blaxploitation, Quentin Tarantino adaptou a novela de Elmore Leonard "Rum Punch", e a transformou em “Jackie Brown” (1997).
A história da aeromoça Jackie (Grier) que faz um “extra” contrabandeando dinheiro do México para os EUA e se transforma na peça principal em uma luta de policiais corruptos e honestos, traficantes de armas, viciados e um agente de custódia, por meio milhão de dólares...
... em mais uma das colagens de referências e homenagens típicas do diretor, com um elenco 'all-star' (Robert Forster, Samuel L. Jackson, Robert De Niro, Bridget Fonda, Michael Keaton...) , e uma trilha sonora poderosa...a canção "Across 110th Street" , tema do filme , foi gravada em 1972 pelo cantor e compositor Bobby Womack, com Pam Grier no backing vocal.
O personagem de Pam, foi renomeado , de 'Jackie Burke' do romance original, para, 'Brown', para citar, claro, "Foxy Brown' (1974).
“Tentei dar o meu melhor em cada cena, sendo a mais autêntica e cru possível. Um exemplo perfeito foi uma cena de interrogatório que fiz com o personagem de Michael Keaton, Ray Nicolette, um agente do governo. Eu queria que parecesse uma sala de interrogatório de verdade, onde eles apontam uma luz forte para você e não permitem que você saia para ir ao banheiro. Fiquei sentada em uma cadeira dura por oito horas para filmar essa cena, sem nenhuma pausa para ir ao banheiro. Eu queria me sentir encurralada e com medo, porque o agente deveria estar me pressionando. 'Estou encurralada', eu dizia para mim mesmo enquanto minha bexiga ia enchendo lentamente. As horas se passaram e eu precisava tanto ir ao banheiro que meus olhos doíam. Pensei em fazer xixi ali mesmo na cadeira. Finalmente, quando eu não poderia estar mais cansada ou irritada, com a bexiga tão cheia que eu poderia gritar, tive um acesso de raiva espontâneo que definiu a agonia daquele momento.”
(Metrograph)
https://www.youtube.com/watch?v=imu2tvAtZHg
"Jackie Brown" marcou o grande retorno de Grier ao papel principal, e ela foi indicada ao Globo de Ouro® e ao NAACP Image Award por sua atuação. Foi uma descoberta para as novas gerações, e Pam voltou com toda força, principalmente na televisão americana onde participou ativamente em séries e filmes especiais, além de diversos filmes de gênero...
CONTINUA...
FONTES -
- IMDB
- Wikipedia
- Metrograph - https://metrograph.com/pamgrierinherownwords/
- Collider - https://collider.com/pam-grier-movies-ranked/
- Ultimate Movie Rankins-
https://www.ultimatemovierankings.com/pam-grier-movies/
- Metro.UK -
https://metro.co.uk/2009/10/27/pam-grier-240884/
- Facebook- https://www.facebook.com/groups/1585518038849614/

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